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Afinal parece que a greve da PSP vai mesmo para diante.

O direito à greve é universal e uma das bases do Estado de direito. Sindicatos argumentam que é legal, uma vez que a PSP integra agora o funcionalismo público. A discussão entre advogados de direitos, constitucionalistas, juristas, Governo e sindicato, sobre a legitimidade da greve, vem apenas mostrar que ninguém, neste país, sabe exactamente o que consta da Constituição.

Outros argumentam que não é sensato haver uma greve de forças de segurança, porque coloca em causa a segurança e condições de vida das populações. Ridículo. Países como a Roménia e Holanda permitem, há anos, greves deste género; como em todas as greves, é necessário assegurar os serviços mínimos, tal como acontece no caso dos enfermeiros.

Por outro lado, falta de sensatez é marcar uma greve destas coincidindo precisamente com a cimeira da NATO em Novembro. As greves marcam-se de forma a criar o mais impacto possível. Mas neste caso é impensável. Marcar a greve para outra altura seria o mais correcto.

Fonte: jornal i, carjacking

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